Qualidade de vida de autistas

O termo qualidade de vida expressa uma série de percepções, do próprio indivíduo ou de terceiros, como familiares, e no caso de autismo, auxilia na identificação de fatores importantes para a qualidade de vida do indivíduo com o transtorno e também para que a qualidade de vida relatada por este esteja em consonância com aContinue a ler “Qualidade de vida de autistas”

Estresse entre mães de pessoas com autismo

Um estudo com 30 mães de pessoas com autismo mostrou que 70% delas apresentavam altos níveis de estresse. As mães, que tinham entre 30 e 56 anos de idade, quando consultadas sobre os comportamentos dos filhos com os quais se julgavam mais eficazes para lidar, apontaram os movimentos estereotipados dos filhos, o grande tempo gastoContinue a ler “Estresse entre mães de pessoas com autismo”

Timidez e dependência do olhar

O olhar do outro sobre uma pessoa tímida pode produzir sofrimento, tais como embaraço e humilhação. O pesquisador Julio Verztman, autor do estudo “Embaraço, humilhação e transparência psíquica: o tímido e sua dependência do olhar”, discute em seu artigo os impasses experimentados pelo sujeito caracterizado como tímido na sua relação com o olhar. O autorContinue a ler “Timidez e dependência do olhar”

TDAH subtipo desatento: protocolo oficial contra equívocos

Um protocolo oficial poderia ser uma saída para evitar equívocos diagnósticos ou interpretações de sintomas de outros transtornos que não o TDAH do subtipo desatento. É o que apontam as pesquisadoras Lilian Martins Larroca e Neide Micelli Domingos, autoras do estudo “TDAH – Investigação dos critérios para diagnóstico do subtipo predominantemente desatento”. De acordo comContinue a ler “TDAH subtipo desatento: protocolo oficial contra equívocos”

Autismo e professores: teleducação para difusão de conhecimento

A classificação e definição dos Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), a legislação brasileira educacional e o papel da escola e do professor na vida da criança são temas de interesse de professores que participaram de estudo na rede de ensino municipal de Bauru, interior de São Paulo. As pesquisadoras Natalia Caroline Favoretto e DionísiaContinue a ler “Autismo e professores: teleducação para difusão de conhecimento”

Fonoaudiologia e idosos: contato com o “velho interior”

Fonoaudiólogos que trabalham com idosos no âmbito hospital precisam entrar em contato com seu “velho Interior”: seus medos, tabus e concepções de envelhecimento. É o que defendem as fonoaudiólogas Silvia Ligia Svezzia e Belkis Trench, autoras do estudo “Admirável lugar no mundo de velhos: práticas e vivências fonoaudiológicas em hospitais”. O trabalho teve como objetivoContinue a ler “Fonoaudiologia e idosos: contato com o “velho interior””

Modelo de educação em saúde auditiva

Propostas desenvolvidas com a Teleducação Interativa caracterizam um trabalho que tem sido aprimorado ao longo dos anos, com enfoque na hierarquização do conhecimento. É o que concluíram as pesquisadoras Wanderléia Quinhoneiro Blasca, Jéssica Kuchar, Cássia de Souza Pardo-Fanton, Ana Carolina Soares Ascencio e Adriana Pessuto, autoras do estudo “Modelo de educação em saúde auditiva”. SegundoContinue a ler “Modelo de educação em saúde auditiva”

Relação pai e filho com deficiência física: pesquisa busca informações sobre responsabilidades e sentimentos

Interessado na relação entre pais e filhos com deficiência física, o pesquisador Miguel Cláudio Moriel Chacon buscou informações da relação pai-filho deficiente físico quanto ao espaço, responsabilidades e sentimentos que o pai tem na relação parental. Os resultados, baseados nas respostas de pais entre 31 e 66 anos, estão no estudo “Aspectos relacionais, familiares eContinue a ler “Relação pai e filho com deficiência física: pesquisa busca informações sobre responsabilidades e sentimentos”

Altas habilidades: o papel do professor

Quais os passos que um professor deve dar ao notar que um aluno de sua turma pode ter altas habilidades? Os professores conhecem a legislação específica, sabem como proceder? Uma pista para a resposta a essas perguntas pode ser encontrada no estudo “Altas habilidades: uma questão escolar”. Conduzido pelas pesquisadoras Célia Maria Paz Ferreira BarretoContinue a ler “Altas habilidades: o papel do professor”

Terapia Ocupacional: benefícios para crianças com baixa visão

Crianças em idade pré-escolar com baixa visão podem ser beneficiadas por consultoria colaborativa em Terapia Ocupacional voltada para seus professores. Um estudo conduzido pelas pesquisadoras Tatiana Luísa Reis Gebraele Cláudia Maria Simões Martinez demonstrou aumento do repertório dos professores do Grupo Experimental nas atividades de higiene e alimentação de seus alunos com baixa visão. “AsContinue a ler “Terapia Ocupacional: benefícios para crianças com baixa visão”