A inteligência de crianças com autismo

A inteligência de crianças com autismo é subestimada? Essa é a pergunta que muitos pais e professores se fazem, e também foi feita pelas pesquisadoras Anne-Marie Nader, Valérie Courchesne, Michelle Dawson e Isabelle Soulières. Para tentar respondê-la, elas escreveram o artigo “O WISC-IV subestima a inteligência de crianças autistas?” (tradução livre do original em inglêsContinue a ler “A inteligência de crianças com autismo”

TDAH subtipo desatento: protocolo oficial contra equívocos

Um protocolo oficial poderia ser uma saída para evitar equívocos diagnósticos ou interpretações de sintomas de outros transtornos que não o TDAH do subtipo desatento. É o que apontam as pesquisadoras Lilian Martins Larroca e Neide Micelli Domingos, autoras do estudo “TDAH – Investigação dos critérios para diagnóstico do subtipo predominantemente desatento”. De acordo comContinue a ler “TDAH subtipo desatento: protocolo oficial contra equívocos”

Fonoaudiologia e idosos: contato com o “velho interior”

Fonoaudiólogos que trabalham com idosos no âmbito hospital precisam entrar em contato com seu “velho Interior”: seus medos, tabus e concepções de envelhecimento. É o que defendem as fonoaudiólogas Silvia Ligia Svezzia e Belkis Trench, autoras do estudo “Admirável lugar no mundo de velhos: práticas e vivências fonoaudiológicas em hospitais”. O trabalho teve como objetivoContinue a ler “Fonoaudiologia e idosos: contato com o “velho interior””

Modelo de educação em saúde auditiva

Propostas desenvolvidas com a Teleducação Interativa caracterizam um trabalho que tem sido aprimorado ao longo dos anos, com enfoque na hierarquização do conhecimento. É o que concluíram as pesquisadoras Wanderléia Quinhoneiro Blasca, Jéssica Kuchar, Cássia de Souza Pardo-Fanton, Ana Carolina Soares Ascencio e Adriana Pessuto, autoras do estudo “Modelo de educação em saúde auditiva”. SegundoContinue a ler “Modelo de educação em saúde auditiva”

Dispraxia verbal: pesquisa analisa processos de substituição

Os processos de substituição que ocorrem na fala de pessoas com Dispraxia Verbal ocorrem, de modo geral, em palavras com mais de duas sílabas, em alvos líquidos e fricativos, dentro do pé-métrico do acento (em tônica e pós-tônica), em posição de onset simples medial e coda final. Essa é uma das análises do estudo “Processos de substituiçãoContinue a ler “Dispraxia verbal: pesquisa analisa processos de substituição”

Fonoaudiologia e Síndrome de Prader-Willi: melhoria da mastigação e capacidade discursiva

Oficinas de Cozinha podem ser um recurso para terapia fonoaudiológica de pessoas com Síndrome de Prader-Willi, que apresentam dificuldades alimentares desde os primeiros meses de vida, além de dificuldades de linguagem. “Prader-Willi apresenta duas fases clínicas opostas”, descreve o estudo “Trabalho fonoaudiológico em oficina de cozinha em um caso de Prader-Willi”, que acompanhou uma criançaContinue a ler “Fonoaudiologia e Síndrome de Prader-Willi: melhoria da mastigação e capacidade discursiva”

Autismo: ensinando habilidades de comunicação social

A modelagem comportamental é reconhecida há muitos anos como uma estratégia eficaz de ensino para crianças com autismo. Normalmente, os modelos de comportamento desejados são apresentados à criança por meio de encenações, ao vivo, pelos pais, educadores ou terapeutas. Uma vez que as crianças passam uma grande parte de seu tempo em instituições, desde aContinue a ler “Autismo: ensinando habilidades de comunicação social”

Dessonorização e idade da criança: pesquisa investiga relação

O processo fonológico de dessonorização possui alta ocorrência em crianças com desvio fonológico, sendo mais prevalente para consoantes plosivas. É uma das conclusões das pesquisadoras Helena Bolli Mota, Aline Berticelli, Cintia da Conceição Costa, Fernanda Marafiga Wiethan e Roberta Michelon Melo. “A idade não influencia a ocorrência deste processo e a gravidade do desvio éContinue a ler “Dessonorização e idade da criança: pesquisa investiga relação”

Sinais de autismo: família e educadores são os primeiros a perceberem

A família é a primeira a perceber alterações no desenvolvimento da criança autista, como constataram os pesquisadores Maria Del Sol Fortea Sevilla, Maria Olga Escandell Bermúdez e José Juan Castro Sánchez. Autores de uma pesquisa que investigou a idade em que surgem as primeiras suspeitas de autismo, a que profissionais a família recorre e oContinue a ler “Sinais de autismo: família e educadores são os primeiros a perceberem”

Sistema TEACCH: terapia e educação de crianças autistas

  O sistema TEACCH (sigla do nome em inglês, Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handicapped Children) utiliza currículos fortemente estruturados e limites para manter autistas em suas tarefas, concentrados na aula. Os horários de aula são personalizados para cada criança e utilizam os pontos fortes do autista como reforço durante todo oContinue a ler “Sistema TEACCH: terapia e educação de crianças autistas”