Crenças espirituais fortalecem enfermeiras que atuam em oncologia pediátrica

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Enfermeiras que atuam no setor de oncologia pediátrica preocupam-se com o cuidar de si e com o fortalecimento de suas crenças para melhor compreensão do seu trabalho.

Essa é uma das conclusões da pesquisadora Fabiane Cristina Santos de Oliveira, autora da dissertação de mestrado “Os sentidos do cuidado espiritual atribuídos pelas enfermeiras na oncologia pediátrica”, defendida na Escola de Enfermagem da USP Ribeirão Preto.

Por meio de observação e entrevistas com as profissionais, Fabiane Cristina Santos de Oliveira observou que o cuidado espiritual na oncologia pediátrica apresentou-se articulado e indissociável da religião, da fé e da espiritualidade.

Ressaltando a complexidade de identificação do cuidado espiritual durante as rotinas de trabalho, dada sua subjetividade e a ausência de fronteiras claras, as enfermeiras apontaram o conhecimento dos elementos culturais que são valorizados e norteiam o pensar e o agir dos familiares como uma possibilidade de orientação para esse cuidado.

Realizado em um hospital-escola no interior paulista, o estudo apontou ainda determinadas situações do cotidiano das enfermeiras em que o cuidado espiritual deve ser oferecido, e destacou o benefício mútuo – para pacientes e enferemeiras – de se prestar o cuidado espiritual.

Fonte: Universidade de São Paulo.

Surpresas da hora do parto

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Quando estava grávida, ficava emocionada quando algumas pessoas, mesmo desconhecidas, e geralmente mais velhas, despediam-se de mim com a expressão: “Boa hora!”. Achava algo bonito de se dizer a uma grávida, afinal tudo que queremos é que o momento do parto seja algo especial, inesquecível, mesmo sabendo que vai, no mínimo, ser dolorido…

Com o avanço dos exames de pré-Natal, é como se a hora do parto fosse “estendida”, começando meses antes – por volta dos três meses, por exemplo, quando é feito o ultrassom morfológico, é como se fosse uma pequena antecipação, afinal naquele momento teremos uma indicação relativamente segura se o bebê apresenta ou não alguma malformação genética. Uma informação importante, que muitas mães preferem evitar saber, mas que não deixa de ser uma forma de se preparar caso exista, sim, alguma malformação.

A natureza humana, entretanto, é misteriosa, e insiste em, algumas vezes, revelar-se somente na Hora “H”, Assim, não é nada incomum que, no momento do parto, a mãe depare-se com alguma “surpresa”.

O que fazer diante dessa surpresa? Ser mãe, ora. Cada pessoa tem uma reação, e, principalmente, cada pessoa tem seu tempo. Tempo para aceitar, entender, agir. E, quando menos esperamos, o que parecia ser um problema enorme transformou-se numa simples característica, com a qual convivemos diariamente e que, na maioria das vezes, afeta mais as outras pessoas do que nós mesmos.

Criança índigo e criança cristal

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Existe uma teoria, sobretudo entre adeptos da religião espírita, de que entre nós, seres humanos, existem serem evoluídos que optaram por reencarnar na Terra com o intuito de ajudar na evolução da humanidade. De acordo com essa crença, não somos capazes de identificar esses seres, a não ser pelo desempenho excepcional que eles apresentam em determinadas e variadas áreas de conhecimento. Muitos acreditam ainda que, ao nascerem, esses seres já apresentam características de comportamento que “entregam” sua missão no mundo: são as chamadas crianças Cristal e Índigo.

Uma vez que a missão dessas crianças é buscar novas formas tanto de organização familiar quanto social, trazendo novas energias para o planeta Terra, os principais traços da personalidade dessas crianças, de acordo com a teoria, seriam os comportamento desafiadores e questionadores.

As crianças Índigo, além de pioneiras, seriam extremamente talentosas, amorosas, sensíveis e intuitivas. Já as crianças Cristal seriam seres de vibração muito alta, extremamente sábias, que tanto na infância quanto adolescência aparentam estar sob constante estresse, pois “captam” a energia de todos à sua volta.

A missão de crianças Cristal extrapola os limites familiares, e elas são consideradas “construtoras”, enquanto as crianças Índigo são consideradas “demolidoras”. Uma abriria espaço entre os ultrapassados paradigmas, enquanto a outra construiria novos e mais eficazes paradigmas.

A princípio, essa teoria não parece muito diferente das histórias de ficção científica, de humor ou não, que já assistimos algumas vezes na televisão e no cinema. A diferença, para os espíritas, é que esses seres necessariamente estão comprometidos com o bem-estar e a evolução espiritual de todos.

Por quê esses seres viriam para a Terra? O que há aqui? Os espíritas acreditam, acima de tudo, que existem outros planetas habitados além da Terra, muitos deles mais evoluídos, e outros ainda mais atrasados. A Terra seria um planeta chamado de expiação, no qual os espíritos reencarnariam com o objetivo de corrigirem seus erros passados, tornando-se cada vez melhores, e a cada reencarnação mais próximos de habitar planetas mais evoluídos, onde o amor, e não a dor, predomina.

Ainda segundo a religião espírita, aos poucos a Terra está superando esse caráter expiatório, para se aproximar dos planetas caracterizados pelo amor. O papel dessas crianças, portanto, seria nos conduzir para esse novo patamar existencial.