Qualidade de vida de autistas

O termo qualidade de vida expressa uma série de percepções, do próprio indivíduo ou de terceiros, como familiares, e no caso de autismo, auxilia na identificação de fatores importantes para a qualidade de vida do indivíduo com o transtorno e também para que a qualidade de vida relatada por este esteja em consonância com aContinue a ler “Qualidade de vida de autistas”

A inteligência de crianças com autismo

A inteligência de crianças com autismo é subestimada? Essa é a pergunta que muitos pais e professores se fazem, e também foi feita pelas pesquisadoras Anne-Marie Nader, Valérie Courchesne, Michelle Dawson e Isabelle Soulières. Para tentar respondê-la, elas escreveram o artigo “O WISC-IV subestima a inteligência de crianças autistas?” (tradução livre do original em inglêsContinue a ler “A inteligência de crianças com autismo”

Estresse entre mães de pessoas com autismo

Um estudo com 30 mães de pessoas com autismo mostrou que 70% delas apresentavam altos níveis de estresse. As mães, que tinham entre 30 e 56 anos de idade, quando consultadas sobre os comportamentos dos filhos com os quais se julgavam mais eficazes para lidar, apontaram os movimentos estereotipados dos filhos, o grande tempo gastoContinue a ler “Estresse entre mães de pessoas com autismo”

O ato de conversar para pessoas com déficit cognitivo

O ato de conversar é uma das bases dos relacionamentos, e muita gente acha que é um processo tão fácil e natural quanto respirar, algo que fazemos automaticamente quase sempre sem perceber. Conversar, entretanto, é algo bastante complexo, pois exige o exercício simultâneo de uma série de habilidades. Essas habilidades podem ser comparadas aos músicosContinue a ler “O ato de conversar para pessoas com déficit cognitivo”

Estereotipias: indicações verbais podem precisar de intervenções alternativas

De acordo com a pesquisadora Bridget Taylor, muitas crianças com autismo apresentam comportamentos repetitivos sem uma finalidade aparente e sem conseqüências sociais determinadas. Estas condutas, explica a pesquisadora, denominam-se comumente de estereotipias ou condutas com reforço automático, e se mantém porque a conduta em si mesma implica em um reforço positivo para a criança. Assim,Continue a ler “Estereotipias: indicações verbais podem precisar de intervenções alternativas”

TDAH subtipo desatento: protocolo oficial contra equívocos

Um protocolo oficial poderia ser uma saída para evitar equívocos diagnósticos ou interpretações de sintomas de outros transtornos que não o TDAH do subtipo desatento. É o que apontam as pesquisadoras Lilian Martins Larroca e Neide Micelli Domingos, autoras do estudo “TDAH – Investigação dos critérios para diagnóstico do subtipo predominantemente desatento”. De acordo comContinue a ler “TDAH subtipo desatento: protocolo oficial contra equívocos”

Autismo e professores: teleducação para difusão de conhecimento

A classificação e definição dos Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), a legislação brasileira educacional e o papel da escola e do professor na vida da criança são temas de interesse de professores que participaram de estudo na rede de ensino municipal de Bauru, interior de São Paulo. As pesquisadoras Natalia Caroline Favoretto e DionísiaContinue a ler “Autismo e professores: teleducação para difusão de conhecimento”

Relação pai e filho com deficiência física: pesquisa busca informações sobre responsabilidades e sentimentos

Interessado na relação entre pais e filhos com deficiência física, o pesquisador Miguel Cláudio Moriel Chacon buscou informações da relação pai-filho deficiente físico quanto ao espaço, responsabilidades e sentimentos que o pai tem na relação parental. Os resultados, baseados nas respostas de pais entre 31 e 66 anos, estão no estudo “Aspectos relacionais, familiares eContinue a ler “Relação pai e filho com deficiência física: pesquisa busca informações sobre responsabilidades e sentimentos”

Alunos com necessidades especiais: desinteresse e insegurança

Projetos que exigem a comunicação entre uma escola regular e um centro de educação especial ainda não executados de acordo com as características de cada aluno. Caso a articulação entre elas seja eficiente, as capacidades dos alunos com deficiência podem ser potencializadas. Esse descompasso ficou evidente no estudo de caso de uma escola em SãoContinue a ler “Alunos com necessidades especiais: desinteresse e insegurança”

Terapia Ocupacional: benefícios para crianças com baixa visão

Crianças em idade pré-escolar com baixa visão podem ser beneficiadas por consultoria colaborativa em Terapia Ocupacional voltada para seus professores. Um estudo conduzido pelas pesquisadoras Tatiana Luísa Reis Gebraele Cláudia Maria Simões Martinez demonstrou aumento do repertório dos professores do Grupo Experimental nas atividades de higiene e alimentação de seus alunos com baixa visão. “AsContinue a ler “Terapia Ocupacional: benefícios para crianças com baixa visão”