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Ciências

Aluno da rede estadual vence Prêmio Jovem Cientista 2013

O Prêmio Jovem Cientista é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e acontece desde o ano 1981. Este ano, o tema foi “Água – desafios da sociedade”., e o vencedor, o estudante Edvan Nascimento Pereira, da 2ª série do Ensino Médio da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia, localizada no município de Moju, no Pará.

Seu projeto, “Carvão do Caroço de Açaí (Euterpe oleracea) ativados quimicamente com hidróxido de sódio (NaOH) e sua eficiência no tratamento de água para o consumo”, foi baseado em pesquisa que revelou um índice de 64% de moradores da região que afirmam ter contraído algum tipo de doença pela ingestão de água não tratada. O carvão resultante do caroço de açaí desempenha papel de filtro,  contribuindo para a prevenção de inúmeras doenças e, consequentemente, para a melhoria da qualidade de vida da população local.

Com esse projeto, Edvan já participou de várias feiras de ciências e conquistou prêmios como o da Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (FEBRACE) e Ciência Jovem, que acontece em Recife. “Isso é uma demostração que a escola pública está produzindo bons frutos na área de ciência e tecnologia. Grande parte desses projetos são desenvolvidos em parceria com as secretaria estaduais de Educação e os clubes de ciências”, enfatizou Licurgo Brito, secretário adjunto de Ensino da Seduc.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog http://www.meunomenai.com

Fonte: FEBRACE

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Música e neurociências: relação com linguagem, movimentos e emoções

Diversos estudos apontam a música como ferramenta de intervenção em diferentes alterações neurológicas como afasia (distúrbio de linguagem), autismo e dislexia, assim como o estudo da neurociência tem trazido muitas contribuições em diversas áreas, buscando melhor compreender o funcionamento do cérebro humano. É o que ressaltam os pesquisadores Viviane Cristina da Rocha e Paulo Sérgio Boggio, autores do estudo “A música por uma óptica neurocientífica”.

Revisando artigos científicos publicados em periódicos internacionais na década de 2010, relacionados à música e à neurociência, os autores concluíram que há contribuição da neurociência tanto para o campo de música, da pedagogia musical e da performance, quanto para o campo da musicoterapia. “O estudo da música tem sido valorizado em diversas áreas, das quais se destacam a percepção auditiva, a relação entre música e movimento, a relação entre música e memória, estudos com música e linguagem, além daqueles acerca das emoções evocadas por música”.

Destacando que a música é vivenciada diariamente por uma grande maioria de pessoas, os autores afirmam que a música, junto à linguagem, é um dos traços exclusivos dos seres humanos. “Apesar da existência do canto dos pássaros e alguns tipos de comunicação entre primatas e baleias, por exemplo, nenhuma outra espécie possui esses dois domínios organizados da maneira como são nos seres humanos”, afirmam, com base em literatura da área.

O artigo descreve ainda os avanços da área de Neurociências nas últimas décadas, que têm possibilitado uma maior compreensão sobre a relação entre música e sistema nervoso. “Técnicas como imagem por ressonância magnética (IRM) têm possibilitado, por exemplo, a verificação de diferentes volumes de estruturas cerebrais específicas como o corpo caloso, córtex motor e cerebelo quando se compara músicos de alto desempenho e não músicos”, apontam.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Para conhecer o estudo completo, acesse o link:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-75992013000100012&lng=pt&nrm=iso

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“Pesquisadora defende abordagem empírica da consciência”

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“Novo grupo de estudos em neurociência contemporânea em Ribeirão preto, SP”

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“Alice, mãe do autista Emílio, fala da trajetória do filho até a faculdade de música”

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“A linguagem da música”

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Sistema de recompensas e punições pode dificultar desenvolvimento de moralidade autônoma em jovens, levando à transgressão no ambiente escola

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A prática escolar autoritária e o uso de recompenses e punições são apontados responsáveis pela dificuldade de jovens estudantes brasileiros desenvolverem uma moralidade autônoma. “É necessário refletir sobre as relações da obediência e da transgressão com a constituição das regras, a organização institucional, os valores da sociedade e a personalidade dos alunos”, afirma a pesquisadora Sofia Magalhães Regis de Alencastro, autora da dissertação de mestrado “Obediência e transgressão sob a perspectiva do adolescente no ambiente escolar”, defendida na Faculdade de Psicologia da Universidade de São Paulo.

Disposta a investigar as questões da obediência e da transgressão escolar sob a perspectiva dos jovens, a pesquisadora organizou a pesquisa em três eixos: relações do aluno com o ambiente escolar e com os pares; relação do aluno com a autoridade e concepção de projetos de vida.

A partir de observações e entrevistas individuais, também foi estudado se a perspectiva ética faz parte do projeto de vida dos adolescentes, que razões os jovens identificam para obedecer e transgredir e a presença de motivações para os comportamentos de obediência e transgressão no ambiente escolar.

Os resultados apontam para a supervalorização do ambiente familiar e da vida privada por parte dos jovens, para uma percepção de si mais relacionada às experiências individuais do que em conexão com outrem, tendo como consequência uma maior dependência, o fortalecimento da heteronomia e o distanciamento da vida pública. “Também indicam a aausência do professor na mediação e no processo de solução dos conflitos, o que leva o jovem a desejar um maior protagonismo do professor, e revelam a frequente prática escolar autoritária centrada no poder dos adultos e no uso de recompensas e punições que está criando dificuldades para o desenvolvimento de uma moralidade autônoma”, conclui a pesquisa.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog meunomenai.com

Para ler a pesquisa completa, acesse o link: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-05072013-103419/pt-br.php

Pesquisa com mães de crianças com paralisia cerebral conclui que conhecer a realidade cotidiana da criança traz resultados mais satisfatórios

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Como as mães podem participar do tratamento de seus filhos com paralisia cerebral? A partir desta pergunta, pesquisadoras observaram que, se as mães não receberem informações médicas abrangentes sobre a paralisa, sua participação no tratamento dos filhos poderá ficar limitada ao simples acompanhamento. Além disso, elas podem tornar-se dependentes da orientação de profissionais médicos, que nem sempre conhecem de perto as reais necessidades da criança, durante o processo de busca por estratégias que melhorem a condição dos filhos. “O estudo nos trouxe um alerta para o problema vivenciado por familiares, principalmente mães, de crianças com paralisia cerebral, que têm sua rotina alte­rada em virtude das necessidades impostas pela doença”, afirmam as pesquisadoras Kamilla de Mendonça Gondim, Patrícia Neyva Costa Pinheiro e Zuila Maria de Figueiredo Carvalho.

A pesquisa “Participação das mães no tratamento dos filhos com paralisia cerebral” aponta ainda estratégias de enfrentamento que facilitam o processo de reestruturação da família: melhoria da assistência em saúde, ampliando o olhar para a família e sua relação com a criança, e não apenas para a patolo­gia e acompanhamento dos profissionais em domicilio, conhecendo a realidade cotidiana dessas famílias. A participação ativa dos familiares no momento do tratamento, tendo suas opiniões levadas em conta sobre as melhores formas de lidar com o problema da criança e o fornecimen­to de explicações pelos profissionais sobre a patologia, prognóstico e evolução da criança também são destacados pelas pesquisadoras. “Assim, pais e profissio­nais ao trabalharem em conjunto podem obter mais resul­tados satisfatórios no desenvolvimento da criança”.

As pesquisadores afirmam ainda a importância de novos estudos que levem em conta os anseios de familiares de crianças com paralisia cerebral. “Muitos estudos são encontrados, mas com enfoque prin­cipalmente na fisiopatologia e tratamento, deixando uma lacuna quanto aos aspectos psicológicos das mães e dos familiares, elevando suas incertezas e reduzindo sua qua­lidade de vida”.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog meunomenai.com

Aprendizagem interativa em ciências e engenharia: cursos online e gratuitos em plataforma feita em parceria com laboratório da USP

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Para preparar os alunos e professores interessados em desenvolver projetos para feiras de ciências, a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE) desenvolveu em parceria com a INTEL dois cursos online e gratuitos: “Metodologia da Pesquisa e Orientação de Projetos de Iniciação Científica” e “Organização e Realização de Feiras de Ciências e Engenharia”.

Os cursos são parte da Plataforma Interativa em Ciências e Engenharia (APICE), desenvolvida pela FEBRACE e a Intel, e têm duração de cerca de 30 horas cada um. Os dois cursos podem ser feitos em qualquer lugar, bastando um computador com acesso à internet Banda Larga. Existe ainda a opção de receber os cursos em DVD, enviados gratuitamente. Ao final do curso, os participantes recebem certificado de conclusão.

As inscrições estão abertas no site da plataforma APICE, e até o final de agosto os organizadores receberão comentários e sugestões sobre a organização do site, para aperfeiçoamento. Para deixar seus comentários e se inscrever nos cursos, acesse o site: http://apice.febrace.org.br/

Feiras de ciências são uma excelente oportunidade para alunos praticarem conceitos teóricos aprendidos em sala de aula. Os eventos podem ser voltados à replicação de experiências, para demonstração prática da teoria, ou ao estímulo do espírito investigativo, incentivando os alunos a usarem a ciência para resolver problemas de seu próprio cotidiano. A FEBRACE, promovida desde 2001 pelo Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP) faz parte deste segundo time.

Os alunos selecionados pela FEBRACE representam o Brasil todos os anos na Intel ISEF, maior feira de ciência e engenharia do mundo, realizada nos Estados Unidos, conquistando novos prêmios a cada ano. A FEBRACE também oferece bolsas de iniciação científica e prêmios aos melhores projetos.

Para conhecer mais sobre a FEBRACE, visite o site: http://www.febrace.org.br 

Alunos superdotados e ameaça à relação de poder tradicional na escola: pesquisadora propõe revisão de métodos e diagnósticos

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A escola, seja qual for sua linha pedagógica, apresenta relações de poder nas quais os principais personagens são professor e aluno. O principal fator determinante dessas relações de poder é o próprio saber, em tese detido pelo professor. Quando o professor depara-se com um aluno com altas habilidades/superdotação, essa posição de poder é questionada, muitas vezes pelo próprio aluno. “Geralmente alunos questionadores e investigativos causam certo temor por parte dos professores, pois estes muitas vezes não querem admitir ao aluno que não sabe ou tem dúvidas sobre determinado assunto”, afirma a pesquisadora Giovana Mattei.

Autora do estudo “O professor e aluno com altas habilidades e superdotação: relações de saber e poder que permeiam o ensino”, a pesquisadora afirma que este temor muitas vezes expressa-se de maneira defensiva reprimindo ou ignorando os questionamentos dos alunos. “Os alunos portadores de altas habilidades, assim como outros educandos, acabam frustrando-se com o ensino e buscam outras alternativas muitas vezes inconvenientes ao professor (perturbando as aulas,“indisciplina”), enquanto outros acabam evadindo da escola”.

Nessas situações, alerta a autora, a palavra de ordem passa a ser o encaminhamento. “Encaminha-se para o coordenador, para o diretor, para os pais ou responsáveis, para o psicólogo, para o policial”, descreve. “Numa situação-limite, isto é, na impossibilidade do encaminhamento, a decisão, não raras vezes, é o expurgo ou a exclusão velada sob a forma das “transferências” ou mesmo do “convite” à auto-retirada”.

A pesquisadora propõe como alternativa a esse processo a revisão de métodos e diagnósticos aplicados aos alunos, buscando uma educação ampla e diversificada, que contemple a pluralidade cultural e intelectual dos alunos. “O aluno com altas habilidades ou superdotação pode apresentar comportamentos sendo o aluno mais aplicado em aula ou o contrário”, ressalta. Nem sempre, porém, a escola ou os professores estão atentos a essa ambiguidade. “Se a escola contemporânea tem-se apresentado cada vez mais como um espaço de confrontos que em muito ultrapassam aqueles relativos ao embate intelectual/cultural é possível supor, então, que seu âmbito padeça de uma certa ineficácia”, alerta.

O estudo completo pode ser lido no link: http://www.ldanaahs.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/18/1380/47008/arquivos/File/11_TEXTO_GP_ufsm_MATTEI.pdf

Estimulação da consciência fonológica: pesquisadores apontam proposta para atuação em creche

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A consciência fonológica, habilidade de segmentar os sons da fala refletindo sobre a estrutura sonora das palavras, foi tema de estudo com crianças entre quatro e cinco anos. Durante três meses, os pesquisadores Marisa de Sousa Viana Jesus, Alena Nazareth soares, Ludimila Kyrath Lobo, Luiza Cristina Aurora, Maria Izabel e Simões Horta desenvolveram um programa de estimulação da consciência fonológica, e em seguida utilizaram parte do instrumento de avaliação seqüencial da Consciência fonológica (Confias). “Estudos mostram que o treinamento dessa habilidade metalinguística (consciência fonológica) aumenta significativamente as possibilidades de um bom desempenho futuro no aprendizado da leitura e escrita”, destaca o estudo.

Os pesquisadores observaram diferenças significativas, após a aplicação do programa, nas habilidades e Segmentação, Identificação de sílaba inicial e Transposição silábica, mostrando que as crianças se beneficiaram do programa de treinamento. “Nas demais etapas – Identificação, produção e exclusão de rima, Produção de palavra com a sílaba dada e Identificação de sílaba medial, houve um aumento da média de escores, mas estatisticamente não foi significativo”, destacam.

O fato de as crianças ficarem expostas ao processo escolar formal durante o tempo em que tal pesquisa foi realizada foi apontado pelos pesquisadores como um possível fator de interferência nos resultados positivos, assim como a possibilidade de que a primeira testagem possa ter exercido efeitos cumulativos de aprendizagem. “Sugere-se que pesquisas posteriores incluam no delineamento da pesquisa um grupo que não seja submetido ao programa, para que melhor se evidencie o real resultado da estimulação”.

De acordo com os pesquisadores, os resultados obtidos têm implicações práticas para a prevenção e remedição do fracasso em leitura e escrita.

O trabalho pode ser lido na íntegra no link: http://pe.izabelahendrix.edu.br/ojs/index.php/tec/article/view/270/230

Pesquisa científica analisa caso de adolescente adotado por ex-casal após três anos de divórcio

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Os valores que as pessoas atribuem aos papeis de pai e mãe podem variar em relação a filhos biológicos e filhos adotivos. A conclusão é do estudo “Adoção tardia por casal divorciado e com filhos biológicos: novos contextos para a parentalidade”, que traz boas notícias tanto para as muitas crianças e adolescentes à espera de adoção quanto para os interessados em adotá-los que separam-se durante o processo de espera pela adoção mas continuam com os mesmos ideais.  “Em termos do amadurecimento emocional dos membros do casal divorciado, nota-se que eles renovaram o bom vínculo preexistente não apenas mediante o exercício da parentalidade adotiva, mas também pelo “desejo de ajudar” o adolescente por meio de sua inserção em um núcleo familiar”, destaca o estudo.

Os autores, Livia Kusumi Otuka, Fabio Scorsolini-Comin e Manoel Antônio dos Santos, acompanharam um ex-casal, divorciado há três anos, que adotou um adolescente movidos pelo altruísmo. “Nas falas dos pais, pôde-se perceber que a noção de família transcende a ideia de um simples arranjo nuclear tradicional constituído em torno do casal, uma vez que a conjugalidade não foi mencionada como condição para a adoção”.

Os pesquisadores destacam que, à época do planejamento do primeiro filho biológico do ex-casal, a conjugalidade era valorizada por ambos como condição para o nascimento. “No caso da experiência da adoção, julgam ser de igual importância, para favorecer o desenvolvimento dos filhos, assegurar tanto o exercício do papel materno como paterno, ainda que as figuras materna e paterna não estejam mais unidas pelos laços do matrimônio”. Por meio de entrevistas com o ex-casal, os pesquisadores observaram ainda que, na opinião deles, filhos adotivos precisariam de pais, assim como os biológicos, mas poderiam ser perfeitamente inseridos em um lar cujos pais tivessem se divorciado, desde que eles não tivessem se descomprometido de suas funções parentais.

O estudo pode ser lido na íntegra pelo link: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-166X2013000100010&script=sci_arttext

Educação estocástica: pesquisadora propõe formação diferenciada para professores

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O estudo de combinatória, probabilidade e estatística de forma interligada são o foco da estocástica, parte do currículo de matemática. “Esse termo refere-se à interface entre os conceitos combinatório, probabilístico e estatístico, os quais possibilitam o desenvolvimento de formas particulares de pensamento, envolvendo fenômenos aleatórios, interpretação de amostras e elaboração de inferências”, descreve a pesquisadora Celi Espasadin Lopes, autora do estudo “A educação estocástica na infância”.

A partir de estudos científicos nacionais e internacionais, a autora ressalta que o trabalho com os estudantes ao longo da escola básica deve permitir-lhes a percepção e a elaboração de modelos, regularidades, padrões e variações dentro dos dados.

O estudo destaca ainda a necessidade de um investimento na formação inicial e contínua de professores que ensinam matemática e para a urgência de produção de materiais que possam subsidiar o trabalho docente. “A formação de educadores matemáticos que irão ensinar estocástica requer experiências diferentes daquelas que preparam o professor para ensinar matemática, tais como análise de dados reais, lidando com desordem e variabilidade dos dados; compreensão da importância de verificar as condições para determinar se os pressupostos são razoáveis, ao resolver um problema estatístico; e familiarização com o software estatístico e com aqueles que simulem experimentos aleatórios”, conclui a pesquisadora.

Conheça o estudo completo no site: http://capes-metalibplus.hosted.exlibrisgroup.com/primo_library/libweb/action/display.do?tabs=viewOnlineTab&ct=display&fn=search&doc=TN_doaj639dde555a11f43851de41c14866fc1b&indx=1&recIds=TN_doaj639dde555a11f43851de41c14866fc1b&recIdxs=0&elementId=&renderMode=poppedOut&displayMode=full&dscnt=0&frbrVersion=&frbg=&scp.scps=primo_central_multiple_fe&tab=default_tab&dstmp=1375145813587&srt=rank&gathStatTab=true&mode=Basic&dum=true&vl(freeText0)=estoc%C3%A1stica&vid=CAPES

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