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Maio 2015

Autismo: relatório aponta 27 tipos de terapias

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Uma revisão de mais de 29 mil estudos científicos identificou 27 tipos de terapias com evidência de benefícios para crianças, jovens e adultos com autismo. O resultado foi publicado no relatório “Práticas baseadas em evidências para crianças, jovens e adultos com transtornos do Espectro do Autismo”, elaborado pelo Centro Nacional de Desenvolvimento Profissional (PNCD) em Transtornos do Espectro do Autismo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Entre as terapias descritas, estão a Terapia Cognitiva Comportamental e a construção de histórias sociais. O novo relatório, que teve a edição anterior publicada em 2008, também aponta a força das novas tecnologias no suporte das terapias, sobretudo o uso de vídeos e de tablets.

Os pesquisadores destacam que a eficácia de terapias pode reduzir os custos familiares, e destacam a necessidade de mais estudos que vão além dos primeiros anos escolares. “Isso é particularmente importante para ajudar as pessoas a…

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A história de Ariel: autista, aos sete anos falou a primeira palavra; aos 13, a primeira frase. E aos 21, fala perfeitamente duas de suas vontades: comer pipoca e assistir “Comer, rezar, amar”

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Ariel tem 21 anos e é autista. Aos sete anos, falou pela primeira vez. Uma única palavra, mas que serviu para emocionar sua mãe, Ednah Lanah, que não se conformava com o prognóstico médico de que o filho jamais falaria. Ariel apresenta um quadro de extrema hiperatividade, e a mãe lembra que em função disso não conseguiu tratamento fonoaudiólogo em Ferraz de Vasconcelos, onde a família mora. Sem condições financeiras de custear um tratamento particular, Ednah arregaçou as mangas e iniciou sua própria terapia. Personalizada, e baseada na observação atenta e amorosa de cada reação do filho em seu dia-a-dia.

Tudo começou quando Ednah, ao perceber que Ariel ria quando as duas irmãs mais novas repetiam a frase preferida de um personagem de novela, passou a usar a mesma frase para referir-se a ele: “Eita Lelê!”. Repetiu, repetiu, até que um dia finalmente Ariel falou, ou como se lembra Ednah…

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Estereotipias: indicações verbais podem precisar de intervenções alternativas

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De acordo com a pesquisadora Bridget Taylor, muitas crianças com autismo apresentam comportamentos repetitivos sem uma finalidade aparente e sem conseqüências sociais determinadas. Estas condutas, explica a pesquisadora, denominam-se comumente de estereotipias ou condutas com reforço automático, e se mantém porque a conduta em si mesma implica em um reforço positivo para a criança. Assim, por exemplo, uma criança pode girar as rodas de um caminhão porque o efeito visual que o giro produz é visualmente atrativo para ele. Exemplos comuns das estereotipias incluem o abanar de mãos, girar, repetir canções e frases de filmes, mastigar objetos não comestíveis, levantar e tocar objetos ou realizar sons vocais. As estereotipias são muito difíceis de se tratar devido á sua persistência e à tendência de ocorrerem sem supervisão de um adulto. No entanto, existem técnicas que podem ser úteis.

Duas dessas técnicas foram apontadas no estudo “Avaliação e tratamento de estereotipias encobertas”…

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