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Janeiro 2014

Autismo: ensinando habilidades de comunicação social

A modelagem comportamental é reconhecida há muitos anos como uma estratégia eficaz de ensino para crianças com autismo. Normalmente, os modelos de comportamento desejados são apresentados à criança por meio de encenações, ao vivo, pelos pais, educadores ou terapeutas. Uma vez que as crianças passam uma grande parte de seu tempo em instituições, desde a década de 1990 a apresentação desses modelos de comportamento passou a ser feita também em video.

As novas tecnologias e o aumento do acesso a elas permitiram a difussão dessa nova maneira de apresentação, permitindo sua utilização em salas de aula.

As encenações em vídeo, entretanto, são tão eficientes quanto as encenações ao vivo? Um estudo fez uma comparação entre as duas modalidades, apresentadas em sala de aula para desenvolver a comunicação social de alunos com autismo.

Os resultados observados variaram: enquanto alguns alunos com autismo desenvolveram-se mais com o modelo ao vivo, outros apresentaram resultados mais satisfatórios no modelo em vídeo. Um terceiro grupo apresentou bons resultados em ambos os modelos. Para explicar essa diferença de resultados, o estudo levanta a hipótese de que a atenção dos alunos varia conforme as necessidades de cada um.

Para os pesquisadores, o estudo confirma o poder dos meios digitais para atrair a atenção dos estudantes e demonstra o potencial deles para intervenções com o objetivo de desenvolver a comunicação social de crianças com autismo.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Fonte: “Ensinando habilidades de comunicação social para alunos pré-escolares com autismo: eficácia do vídeo versus modelagem na sala de aula”, de K. P. Wilson, 2013 (Tradução livre do original em inglês para o português).

 

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Dessonorização e idade da criança: pesquisa investiga relação


O processo fonológico de dessonorização possui alta ocorrência em crianças com desvio fonológico, sendo mais prevalente para consoantes plosivas. É uma das conclusões das pesquisadoras Helena Bolli Mota, Aline Berticelli, Cintia da Conceição Costa, Fernanda Marafiga Wiethan e Roberta Michelon Melo. “A idade não influencia a ocorrência deste processo e a gravidade do desvio é um fator relevante para seu emprego, sendo mais prevalente nos graus mais graves”, destacam.

Esses e outros resultados foram apresentados no estudo “Ocorrência de dessonorização no desvio fonológico: relação com fonemas mais acometidos, gravidade do desvio e idade”. A pesquisa acompanhou 50 crianças, com média de idade de 6 anos e 5 meses, e coletou dados de fala por meio da Avaliação Fonológica da Criança.

As pesquisadoras observaram que, ao comparar seis fonemas, simultaneamente, não houve diferença quanto ao emprego da dessonorização. “Obteve-se diferença somente para /g/ x /v/, e /b/ x /v/”, ressaltam. Quanto à faixa etária, não houve diferença, e quanto à gravidade do desvio, foi possível constatar que houve diferença apenas para a variável dessonorização de /d/ e /ʒ/. 

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Para conhecer o estudo completo, acesse o link:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-80342012000400011&lng=pt&nrm=iso

 

Sinais de autismo: família e educadores são os primeiros a perceberem


A família é a primeira a perceber alterações no desenvolvimento da criança autista, como constataram os pesquisadores Maria Del Sol Fortea Sevilla, Maria Olga Escandell Bermúdez e José Juan Castro Sánchez. Autores de uma pesquisa que investigou a idade em que surgem as primeiras suspeitas de autismo, a que profissionais a família recorre e o tempo médio de diagnóstico, os pesquisadores observaram que profissionais de educação são os segundos a perceberem primeiramente indícios de autismo.

Os resultados foram apresentados no estudo “Detecção precoce do autismo: profissionais implicados”. O tempo de diagnóstico das crianças participantes do estudo durou em média 16 meses, e 69% delas receberam o diagnóstico durante os três primeiros anos de vida.

Os pesquisadores ressaltam que a maioria dos pais constatou alterações de desenvolvimento quando seus filhos tinham por volta de um ano e meio de vida, e destacam a importância da atenção primária. “Os pediatras de atenção primária exercem uma função de atenção integral que consideram o contexto da criança, o seguimento de seu desenvolvimento e a atenção aos problemas de saúde.

Atenção primária, descreve o estudo, é o primeiro grau de acesso à assistência sanitária e integra a atenção preventiva, curativa e reabilitadora, assim como a promoção da saúde da comunidade. “O procedimento recomendado é que o pediatria encaminhe a criança aos demais especialistas imediatamente para as diferentes avaliações”, destacam.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Para conhecer o estudo completo, acesse o link:

http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1135-57272013000200008&lng=es&nrm=iso

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Sistema TEACCH: terapia e educação de crianças autistas

 

O sistema TEACCH (sigla do nome em inglês, Treatment and Education of Autistic and Related Communication Handicapped Children) utiliza currículos fortemente estruturados e limites para manter autistas em suas tarefas, concentrados na aula. Os horários de aula são personalizados para cada criança e utilizam os pontos fortes do autista como reforço durante todo o dia.

A base do sistema TEACCH é a crença de que os comportamentos característicos de cada autista, que muitas vezes são vistos como problemáticos por pais e terapeutas, na verdade têm uma função para a criança. Por isso, antes de tentar modificar o comportamento, é essencial conhecer sua motivação.

Os educadores adeptos do sistema ensinam ao autista comportamentos alternativos que trazem a ele os mesmos resultados que a conduta entendida como problemática. Com o tempo, espera-se que os novos comportamentos substituam os antigos.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Fonte: Livestrong.

Sistema PECS e autismo: comunicação por figuras

O sistema PECS, sigla do inglês Picture Exchange Communication System é frequentemente utilizado em indivíduos com autismo e/ou pouca fala funcional. É um sistema de comunicação por meio de trocas de figuras, e ocorre em seis fases: 1) Fazer pedidos através da troca de figuras pelos itens desejados; 2) Ir até a tábua de comunicação, apanhar uma figura, ir a um adulto e entregá-la em sua mão; 3) Discriminar entre as figuras; 4) Solicitar itens utilizando várias palavras em frases simples, fixadas na tábua de comunicação; 5) Responder à pergunta O que você quer e 6) Emitir comentários espontâneos.

A partir dessa descrição, as pesquisadoras Táhcita Medrado Mizael e Ana Lúcia Rossito Aiello fizeram uma revisão de estudos nacionais e internacionais que apresentavam resultados de intervenções com o PECS como instrumento de ensino de linguagem a indivíduos com autismo e dificuldades de fala. “Os estudos revisados mostraram que, em consonância com a literatura, o PECS parece ser efetivo no ensino da comunicação”, destacam as pesquisadoras.

Esses e outros resultados da revisão foram apresentadas no estudo “Revisão de estudos sobre o Picture Exchange Communication System (PECS) para o ensino de linguagem a indivíduos com autismo e outras dificuldades de fala”, de autoria de ambas.

Os estudos analisados apontam ainda que o uso do sistema PECS foi eficaz no ensino da comunicação funcional pelos participantes tanto com o uso gestual quanto vocal, aumentando o número de trocas de figuras de maneira independente e até diminuindo comportamentos inadequados. As pesquisadoras destacam ainda que o sistema usado nas pesquisas que geraram os estudos brasileiros foi uma adaptação do sistema PECS. “Essa adaptação parece gerar os mesmos resultados positivos que o PECS original, ou seja, ambas as modalidades parecem ser efetivas no ensino de linguagem, e não só para indivíduos com autismo, uma vez que quatro crianças com Paralisia Cerebral, um participante com Síndrome do X-Frágil e um adulto com Síndrome de Down também se beneficiaram do método”, ressaltam as pesquisadoras.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Para conhecer o estudo completo, acesse o link: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-65382013000400011&script=sci_arttext&tlng=pt

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Terapia ocupacional e tratamento de transtornos de linguagem

Pessoas com transtornos de linguagem podem apresentar dificuldades em outras esferas de sua vida, como a social, autonomia pessoal, sensorial e ocupacional. “O transtorno específico da linguagem é uma patologia que a cada dia tem mais relevância, já que cada vez sabemos mais e se diagnostica melhor”, ressalta a pesquisadora Sabina Barrios Fernández, autora do estudo “Processo de Terapia Ocupacional em um usuário com transtorno específico de linguagem”.

A pesquisadora acompanhou um garoto de 12 anos, com diagnóstico de transtorno misto de linguagem receptiva-expressiva, e observou avanços na autonomia pessoal e social. Outro resultado que mereceu destaque foi o reforço da auto-estima, uma vez que o garoto passou a cuidar cada vez melhor de si: ganhou pequenas responsabilidades em casa, passou a tomar banho sozinho e a fazer pequenas compras nas proximidades de sua casa.

O estudo destaca que tais avanços não seriam possíveis sem a união da equipe interdisciplinar, integrada pelo profissional de terapia ocupacional, e sem a colaboração e apoio da família. “A Terapia Ocupacional oferece uma visão holística da pessoa, não como uma máquina que pode ser decomposta por problemas”, ressalta a pesquisadora.

As técnicas utilizadas durante o tratamento descrito no estudo envolveram apoios visuais, como fichas que a descrevem atividades rotineiras e que despertavam a atenção do garoto, como as providências que devem ser tomadas para uma viagem à praia.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Para conhecer o estudo completo, acesse o link: http://www.revistatog.com/num17/pdfs/caso2.pdf

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Educação de crianças autistas


Análise de Comportamento Aplicado é um método de disciplina que pode ser adotado por educadores de crianças autistas. O método utiliza sinais encontrados ao redor do autista para influenciar comportamentos adequados ao ambiente escolar. Primeiramente, o educador procura descobrir quais os disparadores de comportamentos negativos do autista, e também o que acontece antes e depois. O objetivo dessa etapa é evitar a ocorrência desses disparadores, substituindo-os por estímulos positivos.

Se o comportamento negativo aparece quando o educador passa de uma tarefa que o autista aprecia, como a leitura de histórias, por exemplo, para outra que não é de seu agrado, uma saída é oferecer uma alternativa de transição entre as duas tarefas. Se a sala contar com um ajudante, ele pode desempenhar essa função, lendo uma breve história relacionada à próxima tarefa, por exemplo.

O professor também pode recorrer a recursos visuais para essa transição. À medida que o autista for sentindo-se mais confortável com a mudança de tarefas, essa etapa de transição poderá ser até eliminada. O reforço verbal, principalmente com elogios, ajuda tanto na etapa de transição quanto na hora de dispensá-la.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Fonte: Livestrong.

Idosos e doenças cardiovasculares: o papel da alimentação

Qual a influência dos hábitos alimentares de idosos na prevenção de doenças cardiovasculares? Interessados na resposta, os pesquisadores Sabrina Dalbosco Gadenz e Luís Antônio Benvegnú investigaram os hábitos de 212 idosos hipertensos. “As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte e incapacidade em idosos”, destacam.

Os resultados estão no estudo “Hábitos alimentares na prevenção de doenças cardiovasculares e fatores associados em idosos hipertensos”, e sugerem os idosos hipertensos estão encontrando dificuldade para adotar hábitos alimentares saudáveis. “Os hábitos alimentares saudáveis dos idosos hipertensos avaliados estão aquém daqueles preconizados”, afirmam os pesquisadores, apontando que no Brasil tem-se observado que a dieta vigente apresenta maior participação de alimentos com excesso de calorias provenientes de açúcares livres e de gorduras saturadas e menor presença de frutas, legumes e verduras.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a American Heart Association (AHA), ressalta o estudo, definiram estratégias para redução do risco de doenças cardiovasculares. “Entre elas, está a adoção de uma alimentação rica em frutas e vegetais, dando preferência aos grãos integrais, alimentos ricos em fibras, peixes, carnes magras e produtos lácteos com baixo teor de gordura”, afirmam os pesquisadores, destacando a importância de também diminuir a ingestão de açúcar e preferir alimentos com pouco sal.

Questões de hábito e o preço dos alimentos foram algumas das justificativas para que os idosos não seguissem a alimentação recomendada. Além disso, a maioria dos entrevistados não fazia pelo menos cinco refeições por dia, apesar de esta ser a recomendação do Manual do Idoso do Ministério da Saúde. “Fazer refeições de maneira irregular tem sido associado ao aumento de fatores de risco cardiovascular em idosos”, destacam os pesquisadores.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Para conhecer o estudo completo, acesse o link:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232013001200009&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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Sistema Nacional de Educação e autonomia local


O Brasil não seguiu o caminho de organização do sistema nacional, e por isso foi ficando para trás ao invocar recorrentemente, em especial na discussão dos projetos da primeira e da atual Lei de Diretrizes e Bases, o argumento de que a adoção do regime federativo seria um fator impeditivo da instituição de um Sistema Nacional de Educação. É o que concluir o pesquisador Dermeval Saviani, autor do estudo “Vicissitudes e perspectivas do direito à educação no Brasil: abordagem histórica e situação atual”.

A organização do sistema nacional de ensino, segundo o pesquisador, foi a via adotada pelos principais países, a exemplo da Europa e também da Argentina, Chile e Uruguai, para assegurar o direito à educação às suas respectivas populações. “Na construção do Sistema Nacional de Educação e na efetivação do Plano Nacional de Educação, deve-se levar em conta o regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, conforme disposto na Constituição Federal, efetuando uma repartição das responsabilidades entre os entes federativos, todos voltados para o mesmo objetivo de assegurar o direito de cada brasileiro, provendo uma educação com o mesmo padrão de qualidade a toda a população”, defende.

O estudo alerta ainda que a formação de professores, a definição da carreira e as condições de exercício docente não podem ser confiados aos municípios. “A grande maioria dos municípios não preenche os requisitos para atuar nesse âmbito”, afirma. A responsabilidade principal dos municípios, destaca o autor, incidirá sobre a construção e conservação dos prédios escolares e de seus equipamentos, assim como sobre a inspeção de suas condições de funcionamento, e dos serviços de apoio como merenda escolar, transporte escolar, entre outros. “Efetivamente, são esses os aspectos em que os municípios têm experiência consolidada”.

Ao argumento de que esse tratamento dado aos municípios reduziria sua importância e o grau de sua autonomia, o autor responde que a diferença de graus de autonomia não significa redução de importância para as instâncias que detêm menor autonomia.

O estudo aponta ainda que co caso da educação, o discurso da autonomia local ou regional com as normas decorrentes teve efeitos bem diferentes do proclamado, o que pode ser constatado tanto no plano diacrônico, isto é, historicamente, como no plano sincrônico, ou seja, nas condições atuais. “Devemos caminhar resolutamente na via da construção de um verdadeiro Sistema Nacional de Educação, isto é, um conjunto unificado que articula todos os aspectos da educação no país inteiro, com normas comuns válidas para todo o território nacional e com procedimentos também comuns, visando a assegurar educação com o mesmo padrão de qualidade a toda a população do país”.

Texto escrito por Silvana Schultze, do blog www.meunomenai.com

Para conhecer o estudo completo, acesse o link:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302013000300006&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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