Educação estocástica: pesquisadora propõe formação diferenciada para professores

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O estudo de combinatória, probabilidade e estatística de forma interligada são o foco da estocástica, parte do currículo de matemática. “Esse termo refere-se à interface entre os conceitos combinatório, probabilístico e estatístico, os quais possibilitam o desenvolvimento de formas particulares de pensamento, envolvendo fenômenos aleatórios, interpretação de amostras e elaboração de inferências”, descreve a pesquisadora Celi Espasadin Lopes, autora do estudo “A educação estocástica na infância”.

A partir de estudos científicos nacionais e internacionais, a autora ressalta que o trabalho com os estudantes ao longo da escola básica deve permitir-lhes a percepção e a elaboração de modelos, regularidades, padrões e variações dentro dos dados.

O estudo destaca ainda a necessidade de um investimento na formação inicial e contínua de professores que ensinam matemática e para a urgência de produção de materiais que possam subsidiar o trabalho docente. “A formação de educadores matemáticos que irão ensinar estocástica requer experiências diferentes daquelas que preparam o professor para ensinar matemática, tais como análise de dados reais, lidando com desordem e variabilidade dos dados; compreensão da importância de verificar as condições para determinar se os pressupostos são razoáveis, ao resolver um problema estatístico; e familiarização com o software estatístico e com aqueles que simulem experimentos aleatórios”, conclui a pesquisadora.

Conheça o estudo completo no site: http://capes-metalibplus.hosted.exlibrisgroup.com/primo_library/libweb/action/display.do?tabs=viewOnlineTab&ct=display&fn=search&doc=TN_doaj639dde555a11f43851de41c14866fc1b&indx=1&recIds=TN_doaj639dde555a11f43851de41c14866fc1b&recIdxs=0&elementId=&renderMode=poppedOut&displayMode=full&dscnt=0&frbrVersion=&frbg=&scp.scps=primo_central_multiple_fe&tab=default_tab&dstmp=1375145813587&srt=rank&gathStatTab=true&mode=Basic&dum=true&vl(freeText0)=estoc%C3%A1stica&vid=CAPES

1 thought on “Educação estocástica: pesquisadora propõe formação diferenciada para professores”

  1. No mínimo curioso o texto de autoria de Celi Espasandin. Trabalho como professor de IES e não em escolas que contemplem os níveis fundamental e médio, mas o que acontece é que temos atuando nessas escolas professores de matemática e não propriamente matemáticos. A matemática é uma ciência que muitos têm aversão, também pela forma como as aulas são ministradas; acredito que se os professores de matemática pudessem deixá-las mais atrativas mostrando, por exemplo, como ocorrem as convenções matemáticas, as deduções das fórmulas e a proposição de dinâmicas e desafios, e até mesmo a exposição de estocástica isso traria mais resultados otimistas para os estudantes e até poderia fazer com que alguns pudessem mudar as suas ideias negativas com relação à ciência..

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