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Teleoperadores tiveram mais necessidade de se afastar do trabalho e relataram mais dores no corpo do que a população em geral. O estudo “Dores corporais em teleoperadores e sua relação com o suo da voz em atividades laborais” analisou 470 pessoas, sendo metade de teleoperadores.

Os pesquisadores Sophia Constancio, Felipe Moretti, Ana Cláudia Guerrieri e Mara Behlau aplicaram questionário abordando atuação profissional, problemas de voz e consulta a especialistas, entre outros. “Houve relação da maioria das dores corporais com problemas vocais, afastamento do trabalho e consulta ao otorrinolaringologista no grupo de teleoperadores”, destaca o estudo.

Os pesquisadores não encontraram distinção de dores entre homens e mulheres nos dois grupos. “Na população geral houve tendência de relação entre jornada de trabalho e dores no peito e nas mãos”, afirmam.

No grupo de teleoperadores, o desgaste vocal e físico ficou evidente. “Teleoperadores sogrem mais dores distais e proximais à laringe”, concluem.

Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-80342012000400003&lng=pt&nrm=iso