Controle de violência por parceiro íntimo deve integrar rotina de enfermeiros

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Incluir o controle de condições potencialmente ameaçadoras da vida materna (CPAV) e violência por parceiro íntimo (VPI) na rotina de enfermeiros é a proposta de Maria Inês Rosselli Puccia após concluir estudo sobre a associação entre VPI na gravidez atual e ocorrência de CPAV entre mulheres atendidas em maternidades públicas da Grande São Paulo.

A tese de doutorado “Violência por parceiro íntimo e morbidade materna grave”, defendida pela pesquisadora na Escola de Enfermagem da USP, utilizou os critérios clínicos, laboratoriais e de manejo relativos à morbidade materna grave, adotados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), para a definição de condições potencialmente ameaçadoras da vida materna.

Os casos e os controles da pesquisa foram selecionados por meio de visitas diárias aos locais de estudo durante nove meses, além de entrevistas próximas da alta hospitalar. A pesquisadora observou a prevalência de 12,7% de violência psicológica; 7,6% de violência física e 1,6% de violência sexual durante a gestação atual entre casos e controles.

Com base nos resultados, a pesquisadora defende que o rastreamento rotineiro da VPI entre gestantes e o monitoramento de casos CPAV sejam incluídos no processo de trabalho dos enfermeiros. “Isto é importante para promover a qualificação da atenção à saúde materna”, conclui.

Fonte: Universidade de São Paulo.

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