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Anorexia nervosa, bulimia nervosa e outros transtornos alimentarem foram estudados pela pesquisadora Rogéria Oliveira Taragano em sua dissertação de mestrado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Intitulado “Prejuízos da qualidade de vida em pacientes com transtornos alimentares”, o estudo aplicou formulário desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 69 mulheres acometidas por transtornos alimentares e 69 mulheres saudáveis.

A partir dos resultados encontrados, Rogéria Oliveira Taragano observou que o domínio psicológico é o mais prejudicado entre as entrevistas com transtornos alimentares. A qualidade de vida destas mulheres também demonstrou ser prejudicada nos aspectos físico, espiritual, das relações sociais e do grau de independência.

Os prejuízos são causados independentemente do tipo de transtorno alimentar. Alterações de humor, tentativas de suicídio, uso de álcool e outras substâncias, além de medicamentos para controle de ansiedade, também são apontadas pela pesquisadora como comuns entre as entrevistadas com transtornos alimentares. O maior prejuízo na qualidade de vida foi observado entre as entrevistadas que sofrem de anorexia nervosa e também de Transtorno de pânico.

Fonte: Universidade de São Paulo.