Qualificando a expressão oral

Foto Fernanda Pompeu (1)

Fernanda Pompeu – escritora e blogueira – é facilitadora da palavra e do texto. Mantém o blog Acelera Texto (www.aceleratexto.com.br) que trabalha conteúdos de gramática e estilística para destravar e inspirar a expressão verbal, particularmente nas mídias sociais. Fernanda concedeu esta entrevista ao blog Meunomenai, de minha autoria, onde fala sobre seu trabalho. Boa leitura!

Silvana Schultze, comunicadora, editora do blog http://www.meunomenai.wordpress.com

Meunomenai: Com a intensificação do uso de mídias sociais digitais, cresce a necessidade do desenvolvimento de habilidades de comunicação em diversos formatos. O profissional hoje precisa expressar-se oralmente e através da escrita, criando conteúdo para as diversas redes sociais nas quais está inserido. Como prestadora de serviços nesta área, de que forma você auxilia as pessoas a desenvolverem essas habilidades?

Fernanda Pompeu: A principal habilidade com que eu trabalho é a expressão verbal – escrita e oral. Não importa se a pessoa está fazendo um post escrito, vídeo ou áudio, ela terá que usar a palavra. Meu trabalho é o esforço para tornar a comunicação verbal mais clara, precisa, concisa, comunicativa. As redes sociais trouxeram a maravilhosa oportunidade de “dar” um canal para todo mundo. Qualquer pessoa hoje, se quiser, pode ser uma mídia. Isso é inédito na história da humanidade. É evidente, também, que uma multidão produzindo amplifica os “defeitos” de comunicação. Mas no lugar de demonizar postadores e postadoras, quero contribuir para qualificar a expressão verbal.

Meunomenai: As novas gerações têm grande familiaridade com performances em redes sociais digitais. Algumas pessoas, entretanto, acreditam que essa tendência é acompanhada pela diminuição da capacidade de escrita. O que você pensa sobre o assunto, e como é essa relação entre seus clientes?

Fernanda Pompeu: Creio que incapacidade de escrita tem mais a ver com uma falha da escola do que com as redes sociais digitais. Faz tempo que há uma falha enorme no ensino da língua e da sua expressão. Quantos chegam aos 16, 17 anos escrevendo mal e porcamente? Muitos! E faz tempo. Daí a pessoa chega na internet e vai escrever como pode. Na verdade, eu creio que as mídias sociais acabam estimulando uma melhora nessa falha de base. Porque quem escreve, ou fala em um vídeo, quer “ser entendido”. Quer se comunicar. Quanto aos meus clientes, prefiro chamá-los de alunos, a principal motivação é a de destravar o texto e melhorar a comunicação. Não é uma tarefa fácil nem para eles e nem para mim. Mas é possível.

Meunomenai: Em sua opinião, quais as principais habilidades em comunicação que o profissional do século 21 deve desenvolver?

Fernanda Pompeu: A curiosidade e a capacidade de aprender a aprender.

 

Estrutura escolar afeta saúde de professores, conclui estudo

Síndrome de burnout, estafa mental… temas tão recorrentes entre professores

meunomenai

Imagem

O cotidiano escolar no Brasil pode ser insuportável para a maioria dos profissionais da educação. A conclusão é do historiador Danilo Alexandre Ferreira de Camargo, autor da dissertação de mestrado “O abolicionismo escolar: reflexões a partir do adoecimento e da deserção dos professores”, defendida na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).

Durante quatro anos, Danilo Alexandre Ferreira de Camargo analisou mais de 60 trabalhos acadêmicos a respeito do adoecimento de professores, e concluiu que não existem diferenças significativas entre os conceitos apresentadas nas pesquisas sobre o tema.

O pesquisador ressalva que sua intenção não é questionar os trabalhos desenvolvidos, e sim a escola como instituição. Aplicando o conceito de governamentalidade desenvolvido pelo filósofo francês Michel Foucault, Danilo Alexandre Ferreira de Camargo defende que o adoecimento dos professores e sua posterior deserção profissional são resultados das condutas internas da instituição escolar.

Essa realidade, acredita o historiador, torna natural…

View original post mais 109 palavras

Maternidade e carreira

Cegonha grátis ícone

Unir carreira e maternidade em um mesmo estudo científico foi o objetivo dos autores do artigo Maternidade e Trabalho: Experiência de Mulheres com Carreiras Profissionais Consolidadas, publicado na edição 27 (janeiro a março de 2019) da revista Trends in Psychology, de Ribeirão Preto, SP. A partir de entrevistas com três mães, são apresentados trechos dos relatos, examinados à luz de teorias nos campos da psicologia, saúde familiar e feminismos, entre outros. “Evidenciou-se sentimento de sobrecarga pelo acúmulo de atividades, mesmo após o ingresso do bebê na creche e o retorno da mãe ao trabalho, o que corrobora a literatura sobre a temática”, conclui o estudo.

Três servidoras públicas federais participaram desse estudo, respondendo entrevistas. A análise de conteúdo qualitativa revelou que as experiências das participantes foram semelhantes em vários aspectos. As repercussões do trabalho na experiência da maternidade foram identificadas desde a gestação, considerando as preocupações frente às mudanças decorrentes da maternidade e à conciliação das demandas profissionais. Sentimentos de insegurança e ambivalência também se fizeram presentes quando do ingresso do bebê na creche e do retorno da mulher ao trabalho.

As entrevistas apresentam, entre outros tópicos, como essas mães se organizaram para receber os filhos. O estudo ressalta que desde a gestação foram identificados movimentos de adaptação, visando ao gerenciamento das demandas da maternidade e do trabalho, sendo que o apoio familiar, social e organizacional recebido pelas participantes contribuiu para esse gerenciamento. “[Durante a gravidez] comecei a dedicar alguns dias para me dedicar a ele também. Comecei a perceber que podia fazer as duas coisas, mas precisava ter algum tempo para ele, algo que não precisava ter antes (M2); Comecei a organizar minha vida de acordo com ele. Eu acho que por muito tempo ainda será assim. Tudo o que faço, como organizo meus horários, é feito de acordo com ele, certo? Até ele se tornar mais independente”, relatou uma das mães entrevistadas.

O artigo é de autoria dos pesquisadores Gabriela Dal Forno Martins, Cláudia Luiz Leal, Beatriz Schmidt e Cesar Augusto Piccinini. Para conhecer o artigo completo (em inglês), clique aqui.

Três dicas para construção de conteúdo em um perfil de rede social digital por pessoas em estado de adoecimento que buscam colocação profissional

foto_15

Redes sociais digitais são mais do que um hobby ou distração. Elas podem se transformar em poderosas ferramentas de inclusão social e de busca por colocação profissional. Para que isso aconteça, entretanto, é importante que a imagem projetada seja adequada aos objetivos pretendidos pelo profissional. O que fazer, porém quando a pessoa por trás das redes sociais digitais, a pessoa da vida real, está passando por um período de sofrimento ou de adoecimento que a impede de projetar uma imagem saudável e equilibrada?

Quem não é visto não é lembrado, e simplesmente afastar-se das redes sociais pode levar ao esquecimento, prejudicial à pessoa em estado de adoecimento que busca por uma colocação profissional. Ao mesmo tempo, muito receiam expor sua situação real, por acreditarem que a condição de saúde dificultará ou impedirá uma contratação. É possível, porém, manter-se ativo no mundo virtual sem expor as dificuldades enfrentadas no mundo físico. Os dois mundos devem trabalhar em conjunto, e a melhor forma de conseguir isso é criar uma persona virtual.

A produção de conteúdo é uma moeda de trocas. Mais do que likes ou comentários, ao produzir conteúdo o autor compartilha sua visão de mundo e pode, através dela, angariar seguidores e/ou admiradores, que a qualquer momento podem lhe recomendar para um trabalho ou cargo. E isso pouco tem a ver com a forma física ou lugares da moda frequentados pelo conteudista. Para compartilhar conteúdo é preciso, primeiro, desenvolver conteúdo interno, através da aquisição de conhecimento.

1) Construa uma presença digital saudável. Você pode estar em processo de adoecimento, mas seu perfil digital pode – e deve – projetar a pessoa saudável que você está se esforçando para voltar a ser. Escolha uma fotografia de perfil que represente sua busca por saúde – pode ser uma foto antiga ou mesmo ou caricatura e mantenha-na pelo tempo que achar necessário. Pessoas que enfrentam tratamentos de saúde atravessam períodos de mudança brusca de aparência, e isso pode confundir empregadores e recrutadores.

2) Defina uma linha editorial para suas postagens. Não é só a aparência que está sujeita a mudanças bruscas durante um tratamento de saúde. O humor, a disposição também variam, e em alguns momentos a pessoa pode mostrar-se com raiva, por exemplo. Defina previamente quais as emoções que pretende compartilhar em suas redes sociais, e se possível ou necessário, prepare algumas postagens para compartilhar nos momentos mais difíceis, sobretudo aqueles nos quais o isolamento e a auto-preservação são os objetivos principais.

3) Escolha um livro de cabeceira. Pode ser um livro de negócios, um romance ou mesmo uma biografia que aborde a mesma condição de saúde que você apresenta. Compartilhar pequenos trechos desse livros, em várias postagens, é uma forma de mostrar à sua rede de amigos, familiares e conhecidos, assim como aos possíveis empregadores, que tipo de leitura o atrai e prende sua atenção nos momentos em que você se dedica a outras atividades.

Pesquisa sobre saúde mental e carreira

Resultado de imagem para saúde mental

O estudo Saúde Mental e carreira pretende analisar angústias relacionadas à ocupação e ao desempenho profissional de pessoas em estado de adoecimento (PEA) com transtorno mental ou sob investigação clínica por suspeita de transtornos dessa natureza.

O formulário é simples, leva de três a cinco minutos para ser preenchido e a participação é anônima. Serão recebidas respostas até o dia 1 de junho de 2019.

Clique aqui para acessar o formulário e participar da pesquisa.

Se você está passando por um período de sofrimento e precisa de ajuda psicológica, saiba aqui onde encontrar serviços gratuitos ou a baixo custo, em todo o Brasil.

Atendimento psicológico gratuito ou a baixo custo no Brasil

Resultado de imagem para saúde mental

Pessoas em estado de adoecimento podem sentir necessidade ou receber indicação de atendimento psicológico, mas podem encontrar dificuldades para localizar serviços acessíveis. Abaixo, relação de serviços gratuitos ou a baixo custo, por todo o Brasil. As informações são da revista Galileu.

É importante frisar que nem todos os serviços do site são isentos de custos, mas costumam ter preços mais baixos.

Outra opção é recorrer aos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) da sua cidade. Eles são unidades especializadas em saúde mental para tratamento e reinserção social de pessoas com transtorno mental grave e persistente. O atendimento é feito pelo Sistema Único de Saúde e é um direito do cidadão desde 2011, segundo portaria do Ministério da Saúde.

Confira a lista de instituições que oferecem serviços gratuitos relacionados a área de psicologia, separados por região.

REGIÃO NORTE 

Amazonas:

Centro de Serviço de Psicologia Aplicada da Universidade Federal do Amazonas
É necessário um agendamento para triagem e, assim que surge a vaga, a pessoa é notificada para começar o atendimento. Localizado em Manaus, as sessões semanais são realizadas pelos próprios estudantes do curso de Psicologia da Universidade supervisionados pelos professores.

Endereço: Av. General Rodrigo Octávio, 6200, Bloco X, Coroado I – Manaus
Telefones: (92) 3305-4121/ (92) 99314-4121
E-mail: cspapsicologiaufam@gmail.com

Acre:

Universidade Federal do Acre (UFAC)
As inscrições podem ser presenciais ou online por meio do preenchimento de formulário disponível através do link. A instituição oferece os serviços de psicoterapia individual, psicoterapia infantil, psicoterapia de grupo, plantão psicológico e avaliação psicológica. O atendimento é feito por estudantes de psciologia a partir do 7º período, supervisionado por seus professores.

Endereço: Campus Universitário – BR 364, Km 4, Distrito Industrial – Rio Branco
Horário de funcionamento: de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.
E-mail: serpsi.ufac@gmail.com

Pará:

Universidade Federal do Pará
A Clínica oferece atendimento de emergência com serviços de plantão psicológico, psicoterapia individual e de grupo, atendimento médico psiquiátrico, avaliação e acompanhamento social. A clínica-escola atende, preferencialmente, crianças , adolescentes e adultos de menor poder aquisitivo. A inscrição é feita diretamente na secretaria da Clínica. O serviço é disponibilizado no início de cada semestre letivo. Posteriormente é feita uma entrevista de triagem para avaliação e encaminhamento.

Endereço: R. Augusto Corrêa, 1 – Guamá, Belém – PA, no setor Básico do campus do Guamá ao lado do Ginásio de Esportes da Universidade Federal do Pará. Entrada pelo portão 2 do campus, primeiro prédio à esquerda.
Horário de funcionamento: Das 8h às 13h e das 14h às 18h.
Telefone: (91) 3201-7669

Rondônia:

Universidade Federal de Rondônia – Serviço de psicologia aplicada
Atendimento direcionado a crianças, adolescentes e adultos, podendo ser em grupo ou individual. As entrevistas para a triagem são realizadas presencialmente às segundas, quartas ou sextas-feiras, das 8h às 11h e das 14h às 17h. Não é necessário encaminhamento médico.

Endereço: Avenida Presidente Dutra, 2965 – Porto Velho. Fica localizado no prédio anexo a Unir Centro.
Telefone: (69) 2182-2025

Roraima:

Universidade Federal de Roraima – Serviço de Atendimento Psicológico (SAP/UFRR)
A insituição oferece plantão psicológico, aconselhamento psicológico, ludoterapia e psicoterapia individual. É preciso agendar previamente o atendimento no prédio do SAP (Serviço de Atendimento) em horário comercial ou é possível marcar por telefone.

Endereço: Av. Cap. Ene Garcês, 2413 – Boa Vista (fica ao lado da Unidade de Saúde do campus Paricarana)
Telefone: (95) 3623-2391

REGIÃO NORDESTE

Ceará:

Clínica Escola de Psicologia do Centro Universitário Estácio do Ceará
Instituição oferece plantão psicológico gratuito, às quartas-feiras, das 8h às 11h, e às sextas-feiras, das 15h às 17h, sem necessidade de agendamento. O serviço é indicado para pessoas em situações de emergência, que necessitam de auxílio imediato para crises psicoemocionais.

Endereço: Rua Felipe Nery, 1006 – Fortaleza
Telefone: (85) 3271-1992

Bahia:

Universidade Federal da Bahia – Clínica de Psicologia da FTC
As incrições são feitas presencialmente ou por telefone. São três fases anteriores ao início do tratamento. a primeira é a incrição, depois os indivíduos passam por uma triagem para identificar se a demanda do paciente pode ser acolhida. E a terceira fase é o início do tratamento psicoterapêutico ou encaminhamento para outra clínica.

Endereço Praça da Inglaterra, nº 6, Edf. Big, 4º andar, bairro do Comércio, Salvador.
Telefone: (71) 3254-6946

Pernambuco:

Centro de Estudo e Prática de Psicologia (CEPPSI) – Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf)
É necessário um agendamento prévio pelo telefone, por e-mail ou presencialmente. Os atendimentos podem ser feitos individualmente ou em grupo e o tratamento tem duração máxima de 10 sessões, que ocorrem uma vez por semana.

Endereço: Av. José de Sá Maniçoba – Maria Auxiliadora, Petrolina
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 08h às 20h.
E-mail: ceppsi@univasf.edu.br
Telefone: (87) 2101-6871

Paraíba:

Clínica Escola Universidade Federal da Paraíba
Psicoterapia para crianças, adolescentes e adultos. Para os plantões psicoterápicos não é necessário agendar um horário, mas para o acompanhamento terapêutico é necessário passar por uma triagem.

Endereço: Cidade Universitária, s/n – Castelo Branco III, João Pessoa
Telefone: (83) 3216-7338

Universidade Federal de Campina Grande
Oferece terapias psicológicas individuais para qualquer faixa etária, preferencialmente indivíduos de baixa renda. É necessário passar pela triagem.

Endereço: R. Aprígio Veloso, 882 – Universitário, Campina Grande
Telefone: (83) 2101-1855

Piauí:

Clínica escola de psicologia do CMRV
Oferece serviços de avaliação psicológica, atendimento individual para crianças, adolescentes e adultos, além de atendimento e terapia de casal. Toda terça e quinta-feira, das 8h às 18, a clínica  também faz um plantão psicológico para demandas extras e consideradas mais urgentes.
Para poder agendar uma consulta, é preciso passar por uma triagem e, em seguida, aguardar para que o atendimento seja agendado, de acordo com a disponibilidade de horário.

Endereço: Av. São Sebastião, nº 2819 – B. Nossa Senhora de Fátima, Parnaíba-PI

Maranhão:

Universidade Federal do Maranhão
A Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA) em parceria com a Universidade Federal do Maranhão (Ufma) e a Faculdade Pitágoras oferecem um plantão psicológico para necessidades mais urgentes. O atendimento ocorre sem agendamento prévio, por ordem de chegada, é individual e gratuito. Horário de funcionamento: todas as todas as terças e sextas-feiras, das 8h às 11h, e quarta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 17h, exceto em feriados.

Endereço: Avenida dos Portugueses, nº 1.966, Cidade Universitária Dom Delgado, Campus Bacanga, sala A da Uniti, localizada no Centro de Estudos Básicos (CEB Velho).
Telefones: (98) 3272-8608, (98) 3272-8615 e (98) 3272-8616.

Rio Grande do Norte:

Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Oferece serviços de psicoterapia, psicologia organizacional e avaliação psicológica. Além disso, existe a possibilidde de participar de grupos específicos, como os de enfrentamento à timidez e orientação profissional. O agendamento é feito por telefone.

Telefone: (84) 3215-3603

REGIÃO CENTRO-OESTE

Mato Grosso do Sul:

Unigran Capital
Oferece serviços de psicoterapia, aconselhamento psicológico, orientação profissional e avaliação psicológica gratuita a adultos, crianças e adolescentes. Tudo é feito com hora marcada. Além disso, o núcleo de psicologia da Unigran Capital também oferece suporte aos processos de recrutamento de fucionários e tem plantões para o atendimento de emergências.

Horário de funcionamento: de segunda a quarta-feira, das 7h30 às 19h e de quinta e sexta-feira das 7h30 às 22h.
Telefones: (67) 3389-3362 ou (67) 99206-5326.
Endereço: Rua Abrão Júlio Rahe, 325, centro Campo Grande – MS

Goiás:

Universidade Federal de Goiás
A clínica-escola realiza atendimento e acompanhamento psicológico individual, em grupo ou familiar. Os pacientes devem se dirigir à clínica para a triagem e os casos são analisados e atendidos por ordem de chegada.

Horário de atendimento: 7:30 às 19:30h
Telefone: (62) 3209-6298

Distrito Federal:

Serviço de Psicologia João Cláudio Todorov (IESB) – Campus Sul
Oferece atendimentos clínicos de psicoterapia individual, em grupo e conjugal, além de atendimentos e intervenções em grupos sociais e instituições conveniadas ao IESB e ao Serviço de Psicologia e plantão psicológico. As inscrições podem ser feitas por telefone ou pelo link.

Telefone: (61) 3445-4502
Endereço: Campus Edson Machado (Av. L2 Sul, quadra 613), Bloco M, 2o andar.

REGIÃO SUDESTE

São Paulo:

Instituto de Psicologia da USP
Pessoas de todas as faixas etárias podem se inscrever para atendimentos como a psicoterapia individual, de casal ou em família de curto, médio e longo prazo, priorizando as pessoas de baixa renda. As vagas para triagem variam de acordo com a disponibilidade da clínica.

Endereço: Av. Prof Mello Moraes, 1721 -Bloco D – Cidade Universitária
Telefone: (11) 3091-8248 / 8223
E-mail: clinica@usp.br

Universidade Presbiteriana Mackenzie
O atendimento psicoterápico é feito por estudantes do curso de psicologia da Universidade. Podem ser atendidos crianças, adolescentes e adultos. As inscrições para a triagem são feitas presencialmente. Os atendimentos ocorrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h50.

Endereço: Rua Piauí, 181 – Higienópolis
Telefone: (11) 2114-8342

Uninove
Destinado a crianças, adolescentes e adultos, a Universidade oferece serviços de psicoterapia individual, em grupo ou em família. Todos os atendimentos requerem um agendamento prévio.

Endereço: Rua Vergueiro, 235, Liberdade (Campus Vergueiro)
Telefone: (11) 2633-9000
Horário de atendimento: De Segunda, das 08:00 às 17:30; e sábado, das 08:00 às 11:30.

Clínica Social Casa 1
A Casa 1 é um centro de cultura e acolhimento de pessoas da comunidade LGBT que tiveram que sair de suas casas e não têm para onde ir. Lá também é possível encontrar atendimentos psicoterapicos gratuitos ou a baixo custo voltado a população LGBT.

Os interessados podem preencher este formulário para garantir a sua inscrição ou entrar em contato via e-mail.

Endereço: Rua Condessa de São Joaquim, 277 – Bela Vista
E-mail: centrocasaum@gmail.com

Clínica Aberta de Psicanálise na Casa do Povo
Sem muitas burocracias, não é necessário passar por uma triagem, cadastro e nem mesmo marcar um horário para a consulta. Uma folha é fixada no saguão para que os interessados possam inserir seu nome em um dos horários disponíveis.

Endereço: Rua Três Rios, 252
Horário de atendimento: Sábado às 11h, 12h, 13h e 14h, todos por ordem de chegada.

Pontifícia Universidade Católica – PUC
Na clínica psicológica Ana Maria Poppovic, da PUC, é possível encontrar o serviço de psicoterapia gratuita para qualquer faixa etária. Os atendimentos podem ser individuais, em casal, grupo ou em família. É preciso agendar, por telefone, uma triagem.

Endereço: Rua Almirante Pereira Guimarães, 150 – Pacaembu
Horário de atendimento: De segunda a sexta-feira, das 8h às 20h
Telefone: (11) 3862-6070

Universidade Paulista – UNIP
Atendimento psicoterapico para todas as idades. É necessário agendar por telefone a triagem.

Endereço: Rua Apeninos, 267 – Vergueiro
Telefone: (11) 3341-4250
Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

Rio de Janeiro:

Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
A Divisão de Psicologia Aplicada da UFRJ oferece atendimento psicoterápico individual ou em grupo, serviços de avaliação neuropsicológica com encaminhamento médico, psicodiagnóstico e psicopedagogia. É necessário comparecer a unidade para realizar uma primeira entrevista e depois o interessado será redirecionado de acordo com as suas demandas.

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.
Endereço: Avenida Pasteur, 250 – Pavilhão Nilton Campos
Telefone: (21) 2295-8113

Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro
Oferece atendimento individual de psicoterapia para crianças a partir de 3 anos, adolescentes e adultos é realizado pelos próprios profissionais sa SBPRJ. É necessário fazer uma inscrição e pagar uma taxa de R$ 40 para depois realizar a entrevista de triagem. As inscrições são presenciais e ocorrem de segunda a quinta-feira, das 9 às 17h.

Endereço: Rua David Campista, 80 – Humaitá
Telefones: (21) 2537-1333 ou (21) 2537-1115

Serviço de Psicologia Aplicada da Universidade Estácio de Sá – Campus Norteshopping
Oferece plantão psicológico de pronto atendimento para situações de emergência.

Endereço: Av. Dom Helder Câmara, 5080 – Norte Shopping
Telefone: (21) 2583 7116

Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) da Universidade Estácio de Sá – Campus João Uchôa
Oferece atendimento de psicoterapia individual, em grupo ou em família para todas as idades, além de possuir o plantão psicológico para situações de emergência.

Endereço: Rua do Bispo, 83 – Rio Comprido
Telefones: (21) 4003-6767 / (21) 2583 7116

Espírito Santo:

Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
O Núcleo de Psicologia Aplicada (NPA) da Ufes são oferecidos os serviços de psicodiagnóstico, terapia individual, terapia de grupo e orientação vocacional para todas as faixas etárias. Residentes de qualquer município são bem-vindos durante o ano inteiro. Não é necessário inscrição. Os interessados devem deixar nome e telefone no Núcleo.Pessoas de baixa renda tem prioridade. É necessário ficar atento aos períodos de inscrição e comparecer com comprovantes de renda e de residência.

Horário de funcionamento: das 13h às 19h.
Telefone: (27) 4009-2509

Minas Gerais:

Uni-BH
Tem serviços de psicoterapia infantil, para adolescentes e adultos. O interessado deve compartecer à Clínica Integrada da Saúde para realizar a triagem.

Endereço: Rua Líbero Leone 259 – Bloco C2
Horário de funcionamento: de terça-feira a quinta-feira, das 13 às 19 horas.
Telefones: (31) 3319-9345 ou 3319-9509

PUC Minas
Aconselhamento Psicológico, Diagnóstico interventivo de crianças, adolescentes e das relações familiares, Orientação Vocacional, Psicomotricidade, Psicopedagogia, Psicoterapia de crianças, adolescentes, adultos, casal e família. Pessoas carentes são isentas de custos. Para quem tem melhores condições, é preciso pagar uma taxa de R$ 15. A inscrição é feita pessoalmente, mediante apresentação de identidade, CPF, comprovante de endereço e a marcação é feita na hora.

Endereços: unidades de Coração Eucarístico, São Gabriel e Betim
Telefone: (31) 3319-4322
Horário de funcionamento: segunda a quinta-feira de 8h às 20h, às sextas-feiras, de 8h às 19h, aos sábados, de 8h às 12h

REGIÃO SUL:

Paraná:

Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Serviço destinado a crianças, adolescentes e adultos da comunidade externa à UFPR que necessitem de acompanhamento psicológico, sendo o atendimento preferencial para famílias de baixa renda e/ou com encaminhamento. Os atendimentos devem ser agendados previamente.

Horário de funcionamento: de segunda-feira a sexta-feira, das 8h30 às 20h30.
Endereço: Praça Santos Andrade, 50 (Prédio Histórico) – 1º andar da Psicologia, sala 112.
Telefone: (41) 3310-2614
E-mail: centrodepsicologia@ufpr.br

Unibrasil Centro Universitário
É oferecido atendimento psicológico individual para crianças, adolescentes e adultos.É necessário agendamento e requer disponibilidade de vagas.

Endereço: Avenida Victor Ferreira do Amaral, 2446 – Tarumã.
Telefone: (41) 3267-9108

Rio Grande do Sul:

Faders acessibilidade e inclusão
Estudos Integrados de Psicoterapia Psicanalítica – ESIPP oferece atendimento psicológico para adultos.

Endereço: Rua Engenheiro Ildefonso Simões Lopes, 115 – Porto Alegre/RS
Telefone: (51) 3209-6524
Horário de funcionamento: das 8h às 20h.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Oferece escuta em Clínica  Psicanalítica e Terapia Individual para a comunidade de Porto Alegre. É necessário passar por entrevistas iniciais. O acolhimento só acontece às quartas-feiras e ocorre por turnos e por ordem de chegada. É necessário portar um documento de  identidade e comprovante de residência.

Turno da manhã: chegue antes das 8h
Turno da tarde: chegue antes das 14h
Turno da noite: chegue antes das 18h
Endereço: Rua Protásio Alves, 297 – esquina com a rua São Manoel (entrada pela São Manoel) – 4º andar.

Santa Catarina:

Associação Instituto Movimento (ASSIM)
Atendimentos psicológicos gratuitos  ou a custo social destinados, prioritariamente, a pessoas de baixa renda de Florianópolis. As sessões podem ser individuais, de casais, em grupo ou em família. Os psicólogos da instituição são voluntários.

Endereço: Rua Dr. Armando Valério de Assis, 54 – Centro de Florianópolis
Telefone: (48) 3223-3598

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Atendimento psicoterápico para crianças, adolescentes e adultos. Eles podem ser individuais, em grupo ou de casal. Também possui serviço de plantão psicológico para casos de emergência.

Horário do plantão: segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Endereço: Centro de Filosofia e Ciências Humanas, bloco D, 2º andar da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (Campus Universitário – Trindad)
Telefones: (48) 3721-9402 – 3721-4989
E-mail: sapsi@cfh.ufsc.br

Retomando a vida de blogueira

Tenho 45 anos. Para alguns, isso é uma sentença de morte. Para outros, é o começo da segunda metade de minha vida. Para mim, é o momento de me questionar: como viverei o resto da minha vida? E no atual momento que atravesso, essa pergunta deve se transformar em: de que viverei o resto da minha vida?

Espero ainda trabalhar muito. Meu primeiro registro em carteira profissional foi aos 16 anos, e conservo esta carteira até hoje, embora nos últimos 12 minha atuação tenha sido coo free lancer, como a de muitas mães que optaram por permanecer mais tempo ao lado de seus filhos. Tenho três, e agora que os três não demandam tanto minha presença, minha nova pergunta é: de que forma conseguir mais trabalho?

Minha tendência natural é retomar os projetos antigos, que no passado me trouxeram visibilidade e alguns resultados interessantes. Este projeto, Meunomenai, proporcionou meu ingresso no doutorado na Faculdade de Saúde Pública da USP, experiência que foi um grande desafio e que hoje eu tenho muita satisfação em contar que consegui.

Venho aqui para divulgar o III Seminário de Comunicação e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, que será realizado no próximo dia 4 de junho no auditório Paula Souza, da Faculdade de Saúde Pública da USP. A entrada é gratuita e o evento é aberto ao público interessado nas temáticas abordadas, que são muito variadas. A Faculdade de Saúde Pública da USP fica localizada na Av. Dr. Arnaldo, 7150, ao lado do metrô Clínicas (Linha Verde).

Abaixo, a programação e os palestrantes confirmados:

10h – Disputa de sentidos e utilização do Youtube por mulheres afro-latinas: saúde de populações negras nas escolas de saúde pública do Estado de São Paulo (estudo de cinco universidades)

Andréa Rosendo da Silva e Enola Mango

andrea_rosendo_dasilva

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Integração da América Latina (PROLAM), da Universidade de São Paulo(USP). Mestre em Comunicação no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal do Paraná (PPGCOM/UFPR). Graduada em Geografia pela Universidade Federal do Paraná (2010) e Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Positivo (2002). É jornalista e atua na área de assessoria de imprensa. Integra o Grupo de Pesquisa Midiaculturas, Poder e Sociedade, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFPR (PPGCP/UFPR), vinculado ao Programa de Pós-graduação em Sociologia (PGSOCIO/UFPR) e ao Núcleo de Pesquisa em Comunicação Política e Opinião Pública (CPOP/PPGCP/ PGSOCIO/UFPR). Pesquisadora nas áreas de Comunicação, Cultura; Mídias, Mediação e Recepção; Gênero e Identidade das mulheres afro-latinas.

Foto

Possui graduação em Sistemas de Informação pela Universidade de São Paulo (2016). Trabalhou como professora em voluntariado, administrando o curso de Informática básica da ONG para imigrantes (2018). Tem experiência na área de Sistemas de Informação, com ênfase em gestão de TI, atuando principalmente nos temas: Usabilidade, Ergonomia e administração de Banco de Dados.

11h – A arte de comunicar o diagnóstico ao paciente

Ênio Roberto de Andrade

Foto

Diretor do Serviço de Psiquiatria da Infância e da Adolescência do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; coordenador do ambulatório de transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH). Formação em Psiquiatria com ênfase em psiquiatria da infância e da adolescência.

 

13h – Democratização do conhecimento : as revistas científicas brasileiras de saúde pública no Facebook e os desafios para o futuro

Maria Thereza Diana Reis

Foto

Mestra em Ciências pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, FSP USP (2018). Especialista em Comunicação Jornalística pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero (2002). Graduada em Comunicação Social (Jornalismo) pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (1997). Jornalista com experiência na área de Saúde Pública/Coletiva, tendo atuado no Grupo de Apoio e Prevenção à Aids do Estado de Minas Gerais (2000-2001), no Centro de Pesquisa e Documentação em Cidades Saudáveis (Cepedoc), ligado à Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (2002-2004), no Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems/SP) (2003-2010), no HVTU Vila Mariana, Centro de Pesquisas de Vacinas contra a Aids, ligado ao Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (2004), na Associação Paulista de Saúde Pública (APSP) (2010-2018). Desde 2011 atua eventualmente como jornalista para a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) na cobertura de eventos. Foi membro da Comissão de Informação, Educação e Comunicação do Conselho Estadual de Saúde do Estado de São Paulo (2013-2015). Jornalista free-lancer (desde 1998).

14h – Comunicação entre profissional de saúde e pessoa em estado de adoecimento

Eunice Almeida Ferreira

Foto

Possui graduação em Enfermagem, mestrado em Ciências Sociais-(1996); doutorado em Educação pela Faculdade de Educação da USP (2004); pós-doutorado em Educação pela Faculdade de Educação da UNICAMP (2013) . Atualmente é professor doutor do curso de graduação em Obstetrícia e do Programa de Pós -Graduação em Estudos Culturais da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo(EACH-USP). Líder do Grupo Internacional e Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Formação de Profissionais para área da Educação e da Saúde (GIEPES). Temas de interesse: Formação de profissional da saúde. Acessibilidade aos serviços de saúde. Informação- comunicação nos serviços de saúde. Gestão dos serviços de saúde.

15h -Discursos de lideranças indígenas e Saúde Pública

Valdir Baptista

Resultado de imagem para valdir baptista imagem

Possui graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo (1989) e Especialização em Teoria da Comunicação (1994), ambos pela Faculdade Cásper Líbero, Mestrado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999) e Doutorado na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo USP (2016), estudando o uso do audiovisual em Saúde Pública. Durante dez anos (2000-2010), foi coordenador do curso de Rádio e TV da Universidade Anhembi Morumbi, onde também criou o curso de Cinema, cuja coordenação acumulou por cerca de dois anos. Atuou também no mesmo período como professor nos cursos de graduação em Comunicação Social e pós-graduação lato sensu da Universidade Anhembi Morumbi. Coordenou, para a Universidade Anhembi Morumbi, no biênio 2008/2009, um curso in company de extensão em televisão para os Profissionais da TPA (Televisão Pública de Angola), com duração de 11 meses, que foi oferecido em Luanda, Angola. Atualmente, leciona no FIAM-FAAM Centro Universitário, as disciplinas Argumento e Roteiro II, Narrativa em Hipermídia, Introdução ao Audiovisual e Direção Técnica de Produtos Audiovisuais. Foi professor da disciplina Jornalismo Cultural e orientador de trabalhos de final de curso nas especializações lato sensu: Midia, Informação e Cultura (MIDCULT) e Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos (GESTCULT), no Celacc, Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação, núcleo de pesquisa interdepartamental criado na Escola de Comunicações e Artes, ECA, da Universidade de São Paulo, em 1996, e vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa da USP.

16h – Homoparentalidade feminina

Paula Carvalho

Foto

Realizou o doutorado no Departamento Materno-Infantil da Faculdade de Saúde Pública/Universidade de São Paulo (USP), com o trabalho: Homoparentalidade feminina: nuances da assistência no período gravídico-puerperal na perspectiva de mulheres residentes no município de São Paulo (Bolsista CNPq). Esteve na University of Southern California em Los Angeles (EUA) entre Abril e Julho de 2017, com a supervisão local da professora Sofia Gruskin, que trabalha com Saúde Global e Direitos humanos. É formada em Biologia, possui mestrado em Microbiologia e migrou para questões de Saúde Pública e estudos de gênero, com ênfase em pesquisa e análise qualitativa. Ela está interessada especialmente em saúde materno-infantil, assistência ao parto, disparidades de saúde para as mulheres lésbicas, direitos humanos, direitos reprodutivos, estudos LGBT e relações de gênero. Atualmente compõe o Núcleo de Pesquisa em Direitos Humanos e Saúde LGBT+ (NUDHES) e trabalha como pesquisadora e entrevistadora em duas pesquisas realizadas com mulheres transexuais, a Coorte TransNacional e a pesquisa TransAmigas.

17h – Epidemiologia, nutrição e divulgação científica

Tatiana Collese

Foto

Nutricionista pelo Centro Universitário São Camilo (2012). Mestre pelo Departamento de Medicina Preventiva pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Doutoranda no Departamento de Medicina Preventiva, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Colaboradora do YCARE (Youth, Child cArdiovascular Risk and Environmental) Research Group, FMUSP. Foi pesquisadora do GENUD (Growth, Exercise, NUtrition and Development) Research Group, UNIZAR – Universidad de Zaragoza – Espanha. Foi pesquisadora do Estudo Multicêntrico Europeu I Family Study. Cursou extensão profissionalizante de nutrição clínica em cardiologia no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Possui vivência em: Cirurgia Bariátrica no Hospital Israelita Albert Einstein; Alta gastronomia pela GR/SA na AMCHAM (American Chamber of Commerce for Brazil, São Paulo); Nutrição em Marketing na Loja Mundo Verde; Saúde Pública: Associação Prato Cheio e ONG Banco de Alimentos. Foi agente de pesquisa do Estudo Canadense PURE-Prospective Urban and Rural Epidemiological Study. Recebeu bolsa de estudos do Programa Santander Universidades na Peking University – China. Revisora das revistas científicas: Appetite, Advances in Nutrition, European Journal of Nutrition, Public Health Nutrition e Gaceta Sanitária. Pesquisadora na área de desfechos e fatores associados à saúde cardiovascular, principalmente, em crianças e adolescentes.